Após seis anos de espera, pressões e ameaças, o Povo Indígena Xakriabá recebeu parecer da Justiça Federal que sinaliza a devolução de parte do território para a Comunidade Indígena de Morro Vermelho.
O juiz João Miguel Coelho dos Anjos, da 1ª Vara da Subseção Judiciária de Montes Claros, julgou na última segunda-feira (23/01) procedente a ação ajuizada pela Comunidade Indígena de Morro Vermelho, Nação Xakriabá, município de São João das Missões contra os fazendeiros.
Cerca de 50 famílias, lideradas pelo cacique Santo Caetano, retomaram em 2006 as fazendas São Bento, Catito e Boqueirão, que somam 514 hectares. A ação foi patrocinada pelos advogados André Alves de Souza e Marcos Antônio de Souza, da equipe de Assessoria Jurídica do Centro de Agricultura Alternativa do Norte de Minas (CAA-NM), e por Valdir Farias Mesquita, da assessoria jurídica do Conselho Indigenista Missionária (Cimi).
As famílias indígenas viviam desaldeiadas, de forma precária, na periferia de São João das Missões e Itacarambi, sem moradia digna e alimentação adequada. Grande parte de suas terras foi invadida por fazendeiros da região. Nas áreas retomadas, as famílias plantaram suas roças e construíram suas casas. A situação, porém, tornou-se conflituosa, e os xakriabás começaram a receber ameaças e pressões.
Acolhendo os argumentos da comunidade indígena em sua decisão, o magistrado afirma que “a presença da comunidade indígena xakriabá na região do município de São João das Missões é notória e independe de prova, mormente porque lá já houve a demarcação de duas terras indígenas”. Citando o antropólogo Jorge Luiz de Paula, o juiz federal frisa que, ”em 1728, Januário Cardoso de Almeida, filho do expedicionário Matias Cardoso, doa terras aos índios aldeados, dando ordem para que à Missão fossem recolhidos os que andavam pelas fazendas alheias. O termo de doação foi registrado pelo líder indígena Eugênio Gomes de Oliveira em seu nome e de todos os índios que moram no São João das Missões em Januária, no ano de 1856, logo após a promulgação da Lei de Terras de 1850”.
Segundo o cacique Santo Caetano, o reconhecimento do seu direito de permanecer nas áreas trará mais tranquilidade e paz para a comunidade, que estava sempre angustiada com medo de ter de deixar suas terras.
OUTRAS INFORMAÇÕES
André Alves de Souza
(38) 3222-6937
(38) 9931-9387
Cacique Santo Caetano
(38) 9921-8946
Cimi
(38) 3613-1306
(38) 9929-3155
FONTE DESTA NOTÍCIA
www.caa.org.br
Somos CEBs, UAI, moço!!!
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Coarle se encontra nesta quarta-feira (25/01)
É graça divina começar bem. Graça maior persistir na caminhada certa. Mas graça das graças é não desistir nunca. Dom Helder Pessoa Camara (1909-1999)
Desde a década de 1980 presente na Arquidiocese de Montes Claros, o Conselho Arquidiocesano de Leigos (Coarle) convida você, membro da Diretoria, para participar de reunião do organismo na próxima quarta-feira, 25 de janeiro de 2012, Dia da Conversão de São Paulo, a partir das 16h, na Casa de Pastoral Comunitária, cujo endereço é Rua Januária, 387, Centro de Montes Claros, CEP 39.400-077.
A convocação é da atual presidente do organismo de leigos e leigas, Celecina Rodrigues Madureira, eleita na segunda-feira, 21 de março de 2011, em assembleia. Trataremos de diversos assuntos, dentre eles, o 6º Encontro Nacional do Laicato do Brasil, que acontecerá em junho de 2012 no Rio de Janeiro (RJ). Esperamos contar com a sua presença!!!
CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL (CNBB)
REGIONAL LESTE II (MINAS GERAIS E ESPÍRITO SANTO)
CONSELHO ARQUIDIOCESANO DO LAICATO DE MONTES CLAROS
Rua Januária, 387, Montes Claros (MG) - (38) 3222-9736
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www.cnlb.org.br
www.cefep.org.br
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Leigos e leigas se encontram em Tarde de Leitura
Conselho Arquidiocesano de Leigos existe desde 1987
Carta do COARLE convoca para Assembleia Eletiva deste organismo arquidiocesano
Desde a década de 1980 presente na Arquidiocese de Montes Claros, o Conselho Arquidiocesano de Leigos (Coarle) convida você, membro da Diretoria, para participar de reunião do organismo na próxima quarta-feira, 25 de janeiro de 2012, Dia da Conversão de São Paulo, a partir das 16h, na Casa de Pastoral Comunitária, cujo endereço é Rua Januária, 387, Centro de Montes Claros, CEP 39.400-077.
A convocação é da atual presidente do organismo de leigos e leigas, Celecina Rodrigues Madureira, eleita na segunda-feira, 21 de março de 2011, em assembleia. Trataremos de diversos assuntos, dentre eles, o 6º Encontro Nacional do Laicato do Brasil, que acontecerá em junho de 2012 no Rio de Janeiro (RJ). Esperamos contar com a sua presença!!!
CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL (CNBB)
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Cefep realiza 4ª Edição do Curso de Formação Política para Cristãos Leigos
Com o objetivo de proporcionar a cristãos leigos competência e habilitação para agir no campo da Política, o Centro Nacional de Fé e Política "Dom Helder Câmara" (Cefep) está desenvolvendo a 4ª Edição do Curso de Formação Política para Cristãos Leigos e Leigas. O evento acontece no Centro Cultural Missionário, em Brasília (DF), e oferece às lideranças de movimentos eclesiais e sociais de todo o país, conhecimento na atuação na construção de uma sociedade justa e solidária, à luz do Ensino Social da Igreja e das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (Dgae).
Na abertura do evento (15/01), o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato, dom frei Severino Clasen, por meio de uma mensagem, manifestou sua esperança no avanço do laicato na responsabilidade de cuidar “cristãmente” do povo. "Com o curso do Cefep, procuramos ser multiplicadores dos ensinamentos com simplicidade, humildade e gesto nobre de doação para que, no mundo político, cessem os escândalos, as corrupções e a ânsia do enriquecimento e sede do poder pelo poder, atrapalhando a administração da nação", expôs o frei.
Os destinatários do curso são pessoas atuantes com identidade cristã de vivência e participação, ou seja, são lideranças nas comunidades, nas Pastorais Sociais, nos Movimentos e Organizações, e que já assumem ou pretendem assumir cargos em instâncias partidárias. O secretário executivo do Centro Nacional de Fé e Política, padre Ernanne Pinheiro, comentou sobre a importância do curso para a sociedade brasileira. "Aqui formamos cristãos para a missão política, para atuar e formar uma mentalidade social cristã no país", afirmou.

Neste primeiro mês de 2012, duas montes-clarenses (Sônia Gomes de Oliveira e Maria Claret Martins, à direita na foto) participam de curso do Centro Nacional de Fé e Política Dom Helder Câmara
Sônia Gomes de Oliveira, de Montes Claros (MG), é um exemplo de militância. Ela é vice-presidente do Conselho de Leigos do Regional Leste II (Espírito Santo e Minas Gerais) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), e coordenadora da Escola Arquidiocesana de Fé e Política. Para ela, é essencial buscar capacitação nas áreas que atua. "Ao receber essa formação, nós podemos levar e estendê-la a atuação dos leigos, em sintonia com as Diretrizes que a Igreja propõe", explicou.
O curso também é voltado para quem ocupa cargos políticos, como o participante e vice-prefeito de Santa Bárbara (GO), Leonardo José de Paula. "A política essencial que deve ser praticada por todos visando o bem comum, está profundamente ligada aos valores cristãos. Esse encontro vem fortalecer esses valores para que possamos atuar como agentes transformadores na política, como cristãos", destaca.
O curso é composto por três eixos: Curso Nacional de Formação Política; Rede de Assessores; e Articulação das Escolas Locais de Fé e Política. Com duração total de um ano e meio, os participantes recebem um certificado de especialização após cumprir três etapas: a primeira e a segunda, presenciais, com 15 dias e carga horária de 90 horas, e a terceira, educação à distância, com 180 horas.

Turma do Centro de Fé e Política D. Helder Câmara visita Congresso Nacional; participante por esta Arquidiocese, Sônia de Oliveira afirma que “experiência é muito boa. Abre leque de conhecimentos", em depoimento na rede social Facebook
Antônio Cirilo Borges, da Diocese do Macapá (AM), é um dos participantes do curso. Ele destaca que seu objetivo é levar o conhecimento para sua região. “Queremos levar esse conhecimento para nossa Diocese, com o intuito de reformular, reimplantar e revitalizar a nossa Escola de Fé e Política, para que o leigo tenha mais conhecimento sobre seu papel de ser Igreja no coração do mundo”, disse.
O Brasil vive um momento de transformações aceleradas. Com as constantes transformações do complexo mundo globalizado, os cristãos são chamados a exercer sua missão de protagonistas. Com esse cenário, torna-se importante investir na formação dos evangelizadores para torná-los aptos a influenciar na construção de uma nova cultura política. “É uma maneira sublime do exercício da caridade”, definiu o padre Ernanne.
FONTE DESTA NOTÍCIA
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www.cnbbleste2.org.br
www.cefep.org.br
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Na abertura do evento (15/01), o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato, dom frei Severino Clasen, por meio de uma mensagem, manifestou sua esperança no avanço do laicato na responsabilidade de cuidar “cristãmente” do povo. "Com o curso do Cefep, procuramos ser multiplicadores dos ensinamentos com simplicidade, humildade e gesto nobre de doação para que, no mundo político, cessem os escândalos, as corrupções e a ânsia do enriquecimento e sede do poder pelo poder, atrapalhando a administração da nação", expôs o frei.
Os destinatários do curso são pessoas atuantes com identidade cristã de vivência e participação, ou seja, são lideranças nas comunidades, nas Pastorais Sociais, nos Movimentos e Organizações, e que já assumem ou pretendem assumir cargos em instâncias partidárias. O secretário executivo do Centro Nacional de Fé e Política, padre Ernanne Pinheiro, comentou sobre a importância do curso para a sociedade brasileira. "Aqui formamos cristãos para a missão política, para atuar e formar uma mentalidade social cristã no país", afirmou.

Neste primeiro mês de 2012, duas montes-clarenses (Sônia Gomes de Oliveira e Maria Claret Martins, à direita na foto) participam de curso do Centro Nacional de Fé e Política Dom Helder Câmara
Sônia Gomes de Oliveira, de Montes Claros (MG), é um exemplo de militância. Ela é vice-presidente do Conselho de Leigos do Regional Leste II (Espírito Santo e Minas Gerais) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), e coordenadora da Escola Arquidiocesana de Fé e Política. Para ela, é essencial buscar capacitação nas áreas que atua. "Ao receber essa formação, nós podemos levar e estendê-la a atuação dos leigos, em sintonia com as Diretrizes que a Igreja propõe", explicou.
O curso também é voltado para quem ocupa cargos políticos, como o participante e vice-prefeito de Santa Bárbara (GO), Leonardo José de Paula. "A política essencial que deve ser praticada por todos visando o bem comum, está profundamente ligada aos valores cristãos. Esse encontro vem fortalecer esses valores para que possamos atuar como agentes transformadores na política, como cristãos", destaca.
O curso é composto por três eixos: Curso Nacional de Formação Política; Rede de Assessores; e Articulação das Escolas Locais de Fé e Política. Com duração total de um ano e meio, os participantes recebem um certificado de especialização após cumprir três etapas: a primeira e a segunda, presenciais, com 15 dias e carga horária de 90 horas, e a terceira, educação à distância, com 180 horas.

Turma do Centro de Fé e Política D. Helder Câmara visita Congresso Nacional; participante por esta Arquidiocese, Sônia de Oliveira afirma que “experiência é muito boa. Abre leque de conhecimentos", em depoimento na rede social Facebook
Antônio Cirilo Borges, da Diocese do Macapá (AM), é um dos participantes do curso. Ele destaca que seu objetivo é levar o conhecimento para sua região. “Queremos levar esse conhecimento para nossa Diocese, com o intuito de reformular, reimplantar e revitalizar a nossa Escola de Fé e Política, para que o leigo tenha mais conhecimento sobre seu papel de ser Igreja no coração do mundo”, disse.
O Brasil vive um momento de transformações aceleradas. Com as constantes transformações do complexo mundo globalizado, os cristãos são chamados a exercer sua missão de protagonistas. Com esse cenário, torna-se importante investir na formação dos evangelizadores para torná-los aptos a influenciar na construção de uma nova cultura política. “É uma maneira sublime do exercício da caridade”, definiu o padre Ernanne.
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Setor Norte Arquidiocesano promove 1º Encontro de CEBs; confira carta-convite, ficha de inscrição e programação do evento
Salinas (MG), sexta-feira, 06 de janeiro de 2012
Festa da Epifania do Senhor (Dia de Santos Reis)
1º Encontro de CEBs do Setor Norte
Arquidiocese de Montes Claros
Senhores(as):
Conforme planejamento feito na última reunião do Setor Norte, estaremos realizando o 1º Encontro de Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) do Setor Norte nos dias 11 e 12 de fevereiro de 2012, no Centro Comunitário de Salinas.
O encontro tem como objetivo a formação de lideranças a partir dos seguintes temas:
> Campanha da Fraternidade 2012;
> Pastoral Carcerária;
> Mineração;
> Migração;
> Eleições 2012.
Diante disso, estamos encaminhando o convite para que sua Paróquia envie 20 pessoas engajadas nos trabalhos paroquiais para participar deste encontro. Será cobrada uma taxa no valor de R$ 10 por pessoa. Os participantes deverão trazer Bíblia, caderno, caneta, roupa de cama e banho e objetos de uso pessoal.
De acordo com a programação, teremos a Noite Cultural no dia 11. Para animar esta Noite, cada Paróquia deverá trazer alguma apresentação (teatro, música, paródia, poesia, etc).
Anexo ao convite segue a programação e ficha de inscrição, que deverá ser devolvida até o dia 03 de fevereiro de 2012 na Secretaria da Paróquia Santo Antônio de Salinas.
Desejamos a todos o aconchego nos braços de Nossa Senhora Aparecida e as bênçãos de Deus nosso Pai.
Zonete Alves Mendes, secretário
Padre Adão Pedro Soares Pereira, coordenador
FICHA DE INSCRIÇÃO
1º Encontro de Cebs Setor Norte: 11 e 12/02/2012 - Salinas (MG)
Nome:
Telefone:
Paróquia:
Comunidade:
Pastoral/movimento que atua:
Tema do Encontro que gostaria de participar: CF 2012; Pastoral Carcerária; Mineração; Migração e Eleições 2012
PROGRAMAÇÃO
1º Encontro de CEBs do Setor Norte
Arquidiocese de Montes Claros
DIA 11/02/2012 - sábado
9h > Recepção e Credenciamento
9h30min > Cafezinho
10h > Oração de Abertura
Apresentação dos participantes (por paróquia)
Objetivo do encontro
Outras orientações
10h30min > Apresentação dos Temas (assessores)
12h > Almoço
13h30min > Retomada dos trabalhos (em grupos e por tema)
15h > Cafezinho
15h30min > Plenário e Debate
18h > Esclarecimentos
18h30min > Descanso/banho
19h > Jantar
20h > Noite Cultural
DIA 12/02/2012 - domingo
7h30min > Oração da Manhã
8h > Café
9h > Retomada do dia anterior
11h > Grande Plenária
12h > Encaminhamentos
Avaliação do Encontro
Bênção final
13h > Almoço e encerramento
Festa da Epifania do Senhor (Dia de Santos Reis)
1º Encontro de CEBs do Setor Norte
Arquidiocese de Montes Claros
Senhores(as):
Conforme planejamento feito na última reunião do Setor Norte, estaremos realizando o 1º Encontro de Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) do Setor Norte nos dias 11 e 12 de fevereiro de 2012, no Centro Comunitário de Salinas.
O encontro tem como objetivo a formação de lideranças a partir dos seguintes temas:
> Campanha da Fraternidade 2012;
> Pastoral Carcerária;
> Mineração;
> Migração;
> Eleições 2012.
Diante disso, estamos encaminhando o convite para que sua Paróquia envie 20 pessoas engajadas nos trabalhos paroquiais para participar deste encontro. Será cobrada uma taxa no valor de R$ 10 por pessoa. Os participantes deverão trazer Bíblia, caderno, caneta, roupa de cama e banho e objetos de uso pessoal.
De acordo com a programação, teremos a Noite Cultural no dia 11. Para animar esta Noite, cada Paróquia deverá trazer alguma apresentação (teatro, música, paródia, poesia, etc).
Anexo ao convite segue a programação e ficha de inscrição, que deverá ser devolvida até o dia 03 de fevereiro de 2012 na Secretaria da Paróquia Santo Antônio de Salinas.
Desejamos a todos o aconchego nos braços de Nossa Senhora Aparecida e as bênçãos de Deus nosso Pai.
Zonete Alves Mendes, secretário
Padre Adão Pedro Soares Pereira, coordenador
FICHA DE INSCRIÇÃO
1º Encontro de Cebs Setor Norte: 11 e 12/02/2012 - Salinas (MG)
Nome:
Telefone:
Paróquia:
Comunidade:
Pastoral/movimento que atua:
Tema do Encontro que gostaria de participar: CF 2012; Pastoral Carcerária; Mineração; Migração e Eleições 2012
PROGRAMAÇÃO
1º Encontro de CEBs do Setor Norte
Arquidiocese de Montes Claros
DIA 11/02/2012 - sábado
9h > Recepção e Credenciamento
9h30min > Cafezinho
10h > Oração de Abertura
Apresentação dos participantes (por paróquia)
Objetivo do encontro
Outras orientações
10h30min > Apresentação dos Temas (assessores)
12h > Almoço
13h30min > Retomada dos trabalhos (em grupos e por tema)
15h > Cafezinho
15h30min > Plenário e Debate
18h > Esclarecimentos
18h30min > Descanso/banho
19h > Jantar
20h > Noite Cultural
DIA 12/02/2012 - domingo
7h30min > Oração da Manhã
8h > Café
9h > Retomada do dia anterior
11h > Grande Plenária
12h > Encaminhamentos
Avaliação do Encontro
Bênção final
13h > Almoço e encerramento
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
A Cracolândia que você não vê
"De 5 a 8 segundos é o tempo que dura o 'barato' do crack. Nesse curto espaço de tempo, dizem, a sensação é equivalente a 8 orgasmos"
POR Talita Ribeiro
do Coletivo Cracolândia
Todo paulistano médio conhece a região da Luz/José Paulino/Santa Ifigênia como sendo boa para compras, de eletrônicos ou roupas. Todo paulistano culturalmente ativo sabe que ali há o Museu da Língua Portuguesa, a Pinacoteca e a Sala São Paulo. Todo e qualquer paulistano não ousaria pisar lá (literalmente, a pé) depois das 22h. Porque à noite, o comércio e a cultura são outros. E quem circula pela área não é considerado cidadão da metrópole mais rica do país.
Quem ocupa as esquinas, quadras e avenidas, se mistura com o lixo e divide espaço com os ratos, que cruzam as ruas à procura de comida. À noite não há quem desvie dos moribundos ou crianças alucinadas. E, vez em quando, se tem a impressão que não há uma alma viva sequer, mesmo que oitenta usuários de crack estejam ocupando uma mesma sarjeta. Até quem tenta se inserir nesse meio - por política, trabalho ou missão - dificilmente consegue penetrar nessa outra realidade, onde o olhar não para, nem brilha, mas ainda busca, desesperadamente, por 8 segundos.
"De 5 a 8 segundos é o tempo que dura o 'barato' do crack. Nesse curto espaço de tempo, dizem, a sensação é equivalente a 8 orgasmos", conta um dos missionários do "Cena", que conversa com os dependentes durante a noite, para convidá-los a conhecer o projeto e, quem sabe, embarcar numa outra viagem - a de reabilitação.
Ele circula normalmente entre a aglomeração de usuários.
Diferente do que os telejornais ensinam, a Cracolândia não é um lugar sem leis. Religiosos são respeitados e, muitas vezes, ignorados pela massa. Quando a polícia derrapa com as viaturas nas ruas e saca seus (desnecessários) sprays de gás de pimenta, todos vão para outra esquina. Quando um segurança de uma loja qualquer manda eles saírem, o mesmo acontece. Não há sexo e violência explícita na rua. Não o tempo todo. Não tempo suficiente para concorrer com qualquer balada de classe média alta em uma sexta à noite. Os usuários vez em quando discutem entre si, mas os gritos são, em sua maioria, parte da negociação de droga.
"Quem dá dois por uma pedra? Quem tem uma nota de cinco? E um cachimbo novo?". Com frases desse tipo a “bolsa do crack” funciona a noite inteira, com usuários pra lá e pra cá comprando e vendendo tudo o que podem, de cigarros a 25 centavos até salsichas vencidas achadas no lixo. Nesse mercado quase todos são compradores em potencial, menos os que chegam em bicicletas, trazendo mais pedras em sacolas plásticas, para fazer girar a roda da dependência. Quem não está negociando, só pode estar consumindo, procurando restos na calçada ou tentando tirá-los do cachimbo. Nesse ciclo nada que não tenha ligação com o crack importa. Ninguém liga para os carrões que cruzam a região noite adentro para comprar a droga. E não é raro ver pessoas bem vestidas e com tênis da moda fumando ao lado de moradores de rua. Não existe mais rico ou mais pobre quando se está rente ao chão.
Nesse contexto, crianças de dez anos agem como se tivessem o dobro. São chamadas de “dimenor”, mas só isso as diferencia dos demais. Com uma casca dura de sujeira preta ou incrivelmente limpas, elas sabem o próprio nome, há quanto tempo estão nessa vida, onde doem as feridas e, principalmente, que precisam de uma pedrinha. Os traços infantis quase se perdem em meio a tanta opressão, mas quando pedem ajuda para conseguir a próxima brisa, são como tantas outras crianças pedindo um doce. E são frágeis, muito mais frágeis do que aparentam quando as olhamos de canto de olho, andando a passos rápidos. Mas essa não é uma característica só delas.
Os usários de crack vistos de perto e em seu habitat, em nada lembram os retratados em telejornais. No lugar do medo e do ódio, despertam uma tristeza imensa, acompanhada por um sentimento de impotência. Nada que não seja a pedra parece tocá-los - inclua aí a sua presença. Mas quem, mesmo assim, tenta se aproximar tem uma surpresa. A mão áspera é quente, os olhos ainda lacrimejam, a voz embarga ao contar sobre o passado, ainda há pulsação e sorrisos sinceros. Apesar de toda a ânsia pela droga, há outros tipos de carências não supridas, tão importantes quanto. E para tratá-las é preciso bem mais que 8 segundos. Mas isso o paulistano ainda não sabe.
Talita Ribeiro é uma das integrantes do Coletivo Cracolândia, que mantém um site participativo sobre a região da Luz e as formas de enfrentar seus problemas
FONTE DESTE ARTIGO
Outras Palavras
OUTRAS INFORMAÇÕES sobre o Coletivo Cracolândia e o contexto em que surge em nosso blog
ARTIGO SUGERIDO POR VALERIANO LOPES


avaranda.blogspot.com
www.nanihumor.com
POR Talita Ribeiro
do Coletivo Cracolândia
Todo paulistano médio conhece a região da Luz/José Paulino/Santa Ifigênia como sendo boa para compras, de eletrônicos ou roupas. Todo paulistano culturalmente ativo sabe que ali há o Museu da Língua Portuguesa, a Pinacoteca e a Sala São Paulo. Todo e qualquer paulistano não ousaria pisar lá (literalmente, a pé) depois das 22h. Porque à noite, o comércio e a cultura são outros. E quem circula pela área não é considerado cidadão da metrópole mais rica do país.
Quem ocupa as esquinas, quadras e avenidas, se mistura com o lixo e divide espaço com os ratos, que cruzam as ruas à procura de comida. À noite não há quem desvie dos moribundos ou crianças alucinadas. E, vez em quando, se tem a impressão que não há uma alma viva sequer, mesmo que oitenta usuários de crack estejam ocupando uma mesma sarjeta. Até quem tenta se inserir nesse meio - por política, trabalho ou missão - dificilmente consegue penetrar nessa outra realidade, onde o olhar não para, nem brilha, mas ainda busca, desesperadamente, por 8 segundos.
"De 5 a 8 segundos é o tempo que dura o 'barato' do crack. Nesse curto espaço de tempo, dizem, a sensação é equivalente a 8 orgasmos", conta um dos missionários do "Cena", que conversa com os dependentes durante a noite, para convidá-los a conhecer o projeto e, quem sabe, embarcar numa outra viagem - a de reabilitação.
Ele circula normalmente entre a aglomeração de usuários.
Diferente do que os telejornais ensinam, a Cracolândia não é um lugar sem leis. Religiosos são respeitados e, muitas vezes, ignorados pela massa. Quando a polícia derrapa com as viaturas nas ruas e saca seus (desnecessários) sprays de gás de pimenta, todos vão para outra esquina. Quando um segurança de uma loja qualquer manda eles saírem, o mesmo acontece. Não há sexo e violência explícita na rua. Não o tempo todo. Não tempo suficiente para concorrer com qualquer balada de classe média alta em uma sexta à noite. Os usuários vez em quando discutem entre si, mas os gritos são, em sua maioria, parte da negociação de droga.
"Quem dá dois por uma pedra? Quem tem uma nota de cinco? E um cachimbo novo?". Com frases desse tipo a “bolsa do crack” funciona a noite inteira, com usuários pra lá e pra cá comprando e vendendo tudo o que podem, de cigarros a 25 centavos até salsichas vencidas achadas no lixo. Nesse mercado quase todos são compradores em potencial, menos os que chegam em bicicletas, trazendo mais pedras em sacolas plásticas, para fazer girar a roda da dependência. Quem não está negociando, só pode estar consumindo, procurando restos na calçada ou tentando tirá-los do cachimbo. Nesse ciclo nada que não tenha ligação com o crack importa. Ninguém liga para os carrões que cruzam a região noite adentro para comprar a droga. E não é raro ver pessoas bem vestidas e com tênis da moda fumando ao lado de moradores de rua. Não existe mais rico ou mais pobre quando se está rente ao chão.
Nesse contexto, crianças de dez anos agem como se tivessem o dobro. São chamadas de “dimenor”, mas só isso as diferencia dos demais. Com uma casca dura de sujeira preta ou incrivelmente limpas, elas sabem o próprio nome, há quanto tempo estão nessa vida, onde doem as feridas e, principalmente, que precisam de uma pedrinha. Os traços infantis quase se perdem em meio a tanta opressão, mas quando pedem ajuda para conseguir a próxima brisa, são como tantas outras crianças pedindo um doce. E são frágeis, muito mais frágeis do que aparentam quando as olhamos de canto de olho, andando a passos rápidos. Mas essa não é uma característica só delas.
Os usários de crack vistos de perto e em seu habitat, em nada lembram os retratados em telejornais. No lugar do medo e do ódio, despertam uma tristeza imensa, acompanhada por um sentimento de impotência. Nada que não seja a pedra parece tocá-los - inclua aí a sua presença. Mas quem, mesmo assim, tenta se aproximar tem uma surpresa. A mão áspera é quente, os olhos ainda lacrimejam, a voz embarga ao contar sobre o passado, ainda há pulsação e sorrisos sinceros. Apesar de toda a ânsia pela droga, há outros tipos de carências não supridas, tão importantes quanto. E para tratá-las é preciso bem mais que 8 segundos. Mas isso o paulistano ainda não sabe.
Talita Ribeiro é uma das integrantes do Coletivo Cracolândia, que mantém um site participativo sobre a região da Luz e as formas de enfrentar seus problemas
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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Mais de dois mil pequis trocados em três dias pelo "PequiMóvel"
Sem dúvida, a notícia ruim da semana veio do Centro de Controle de Zoonoses de Montes Claros (CCZ-MOC). Este apresentou que o índice de casos de dengue na cidade aumentou muito. Contudo, a notícia boa veio das comunidades Santa Rita de Cássia e Senhor do Bonfim dos Morrinhos, lugares onde o padre Aylson Bessa Cavalcante começou o trabalho com o "PequiMóvel".

Em menos de três dias foram trocados mais de dois mil pequis por materiais que ficavam no fundo do quintal e serviam de casa para o mosquito da dengue. "Um caminhão de reciclados e outros objetos que juntavam água foram recolhidos nesses três dias de ação", confirma o padre Bessa. Em algumas casas, o padre encontrou até larvas do mosquito em plásticos velhos de fundo de quintal.

"A rua estava deserta...". Bastaram uns "cinco minutos" de movimentação do "PequiMóvel, com o sistema de som" para "a rua" ficar "repleta de pessoas saindo das suas casas com materiais para trocar", observou o administrador de empresa, Marcelo Pereira.

O trabalho está repercutindo tanto que o padre já recebeu e-mails e telefonemas de pessoas de vários lugares de fora de Minas Gerais, querendo conhecer mais de perto a nova arma contra a dengue: o "PequiMóvel".

Frases de efeito como "Não jogue o lixo na rua", "Não deixe água acumulada no fundo do quintal" e "Vamos vencer a batalha contra a dengue" são repetidas pelo sistema de som da velha Belina 75 do padre. "Mesmo as pessoas que não colaboram com o 'PequiMóvel' escutam, repetidas vezes, as frases, o que ajuda também na formação de uma consciência em relação ao cuidado com a dengue e a cidadania”, comentou o professor de Direito da Universidade de Fortaleza, Leandro Souza, que acompanha pela internet o trabalho do "PequiMóvel".

Outras informações sobre este trabaho social pelos e-mails padrebessa.11@globo.com ou bessa11@hotmail.com. Atualmente, padre Bessa é vigário na Paróquia Santa Rita de Cássia de Montes Claros e pároco da Paróquia Santo Antônio de Itacambira. Já atendeu na Quase-Paróquia Santos Reis de Engenheiro Navarro. Por onde ele passa, algum trabalho social surge e anima a vida dos paroquianos.
NOTÍCIA RELACIONADA
(clique no título para lê-la)
"PequiMóvel" movimenta Paróquia Santa Rita de Cássia de Montes Claros
CONFIRA NA PÁGINA 10 DO "JORNAL DE NOTÍCIAS" DESTA SEXTA-FEIRA 13 A PUBLICAÇÃO DESTA NOTÍCIA A RESPEITO DO "PEQUIMÓVEL"

Em menos de três dias foram trocados mais de dois mil pequis por materiais que ficavam no fundo do quintal e serviam de casa para o mosquito da dengue. "Um caminhão de reciclados e outros objetos que juntavam água foram recolhidos nesses três dias de ação", confirma o padre Bessa. Em algumas casas, o padre encontrou até larvas do mosquito em plásticos velhos de fundo de quintal.

"A rua estava deserta...". Bastaram uns "cinco minutos" de movimentação do "PequiMóvel, com o sistema de som" para "a rua" ficar "repleta de pessoas saindo das suas casas com materiais para trocar", observou o administrador de empresa, Marcelo Pereira.

O trabalho está repercutindo tanto que o padre já recebeu e-mails e telefonemas de pessoas de vários lugares de fora de Minas Gerais, querendo conhecer mais de perto a nova arma contra a dengue: o "PequiMóvel".

Frases de efeito como "Não jogue o lixo na rua", "Não deixe água acumulada no fundo do quintal" e "Vamos vencer a batalha contra a dengue" são repetidas pelo sistema de som da velha Belina 75 do padre. "Mesmo as pessoas que não colaboram com o 'PequiMóvel' escutam, repetidas vezes, as frases, o que ajuda também na formação de uma consciência em relação ao cuidado com a dengue e a cidadania”, comentou o professor de Direito da Universidade de Fortaleza, Leandro Souza, que acompanha pela internet o trabalho do "PequiMóvel".

Outras informações sobre este trabaho social pelos e-mails padrebessa.11@globo.com ou bessa11@hotmail.com. Atualmente, padre Bessa é vigário na Paróquia Santa Rita de Cássia de Montes Claros e pároco da Paróquia Santo Antônio de Itacambira. Já atendeu na Quase-Paróquia Santos Reis de Engenheiro Navarro. Por onde ele passa, algum trabalho social surge e anima a vida dos paroquianos.
NOTÍCIA RELACIONADA
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"PequiMóvel" movimenta Paróquia Santa Rita de Cássia de Montes Claros
CONFIRA NA PÁGINA 10 DO "JORNAL DE NOTÍCIAS" DESTA SEXTA-FEIRA 13 A PUBLICAÇÃO DESTA NOTÍCIA A RESPEITO DO "PEQUIMÓVEL"
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Conselho Regional de Odontologia doa kits para Projeto "Expresso Solidário"
(com fotos de Léia Oliveira)
Realizada nesta quinta-feira (12/01), pela manhã, a entrega dos kits de prevenção de saúde bucal doados pelo Conselho Regional de Odontologia de Minas Gerais (CRO-MG) de Montes Claros para o Projeto “Expresso Solidário”, ação voluntária dos acadêmicos da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), que será desenvolvida em municípios do Piauí, Ceará e Maranhão, no período de 15 a 31 de janeiro. A saída da delegação está marcada para este domingo (15), às 15 horas.
Foram doados pelo CRO-MG mil kits, incluindo creme dental, escova e fio dental. A entrega simbólica foi feita pela delegada regional do Conselho no Norte de Minas, Jussara Melo, à vice-reitora da Unimontes, Maria Ivete Soares de Almeida, no campus-sede. Também foi oferecido pelo Conselho Regional de Odontologia um DVD, de 59 minutos, que será usado pelos acadêmicos na orientação às comunidades sobre a prevenção do câncer bucal.
A delegada regional do CRO-MG destaca que a proposta da entidade é atuar em parceria com a Unimontes, com o objetivo principal de promover a melhoria da saúde bucal em comunidades de baixa renda. “Compreendemos que, ao contribuir para a melhoria da saúde bucal, estamos colaborando para a melhoria geral da saúde das pessoas”, afirma Jussara Melo, que também é professora do curso de Odontologia da Universidade.

Vice-reitora Maria Ivete e professora Jussara Melo

Professores Gilson Fróes, vice-reitora Maria Ivete, Jussara Melo e Marcelo Rezende posam para foto durante doação de kits pelo CRO para Unimontes
Ela destaca que o CRO-MG, há vários anos, está ao lado da Unimontes. Neste ano, a parceria será reforçada durante a comemoração do Cinquentenário da Universidade. As novas ações foram discutidas em encontro, nesta quinta-feira à tarde, entre Jussara Melo e a vice-reitora Maria Ivete de Almeida, que também é presidente da Comissão Organizadora dos 50 anos.
O Projeto “Expresso Solidário” chega à segunda edição com a participação de 40 acadêmicos dos cursos de Odontologia, Medicina, Enfermagem, Educação Física, Pedagogia (Janaúba e Brasília de Minas), Letras/Português, Letras/Inglês e Letras/Espanhol, Artes Música, Artes Visuais, Direito, Serviço Social, História, Geografia, Sistemas de Informação, Ciências Econômicas, Ciências Sociais, Matemática e Ciências Biológicas.
A iniciativa é supervisionada pela Pró-Reitoria de Extensão, por intermédio da Coordenadoria de Apoio ao Estudante (CAE) e da Liga Extensionista Universitária (Lexu), que também envolve egressos da instituição.
FONTE DESTA NOTÍCIA
www.unimontes.br
Realizada nesta quinta-feira (12/01), pela manhã, a entrega dos kits de prevenção de saúde bucal doados pelo Conselho Regional de Odontologia de Minas Gerais (CRO-MG) de Montes Claros para o Projeto “Expresso Solidário”, ação voluntária dos acadêmicos da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), que será desenvolvida em municípios do Piauí, Ceará e Maranhão, no período de 15 a 31 de janeiro. A saída da delegação está marcada para este domingo (15), às 15 horas.
Foram doados pelo CRO-MG mil kits, incluindo creme dental, escova e fio dental. A entrega simbólica foi feita pela delegada regional do Conselho no Norte de Minas, Jussara Melo, à vice-reitora da Unimontes, Maria Ivete Soares de Almeida, no campus-sede. Também foi oferecido pelo Conselho Regional de Odontologia um DVD, de 59 minutos, que será usado pelos acadêmicos na orientação às comunidades sobre a prevenção do câncer bucal.
A delegada regional do CRO-MG destaca que a proposta da entidade é atuar em parceria com a Unimontes, com o objetivo principal de promover a melhoria da saúde bucal em comunidades de baixa renda. “Compreendemos que, ao contribuir para a melhoria da saúde bucal, estamos colaborando para a melhoria geral da saúde das pessoas”, afirma Jussara Melo, que também é professora do curso de Odontologia da Universidade.

Vice-reitora Maria Ivete e professora Jussara Melo

Professores Gilson Fróes, vice-reitora Maria Ivete, Jussara Melo e Marcelo Rezende posam para foto durante doação de kits pelo CRO para Unimontes
Ela destaca que o CRO-MG, há vários anos, está ao lado da Unimontes. Neste ano, a parceria será reforçada durante a comemoração do Cinquentenário da Universidade. As novas ações foram discutidas em encontro, nesta quinta-feira à tarde, entre Jussara Melo e a vice-reitora Maria Ivete de Almeida, que também é presidente da Comissão Organizadora dos 50 anos.
O Projeto “Expresso Solidário” chega à segunda edição com a participação de 40 acadêmicos dos cursos de Odontologia, Medicina, Enfermagem, Educação Física, Pedagogia (Janaúba e Brasília de Minas), Letras/Português, Letras/Inglês e Letras/Espanhol, Artes Música, Artes Visuais, Direito, Serviço Social, História, Geografia, Sistemas de Informação, Ciências Econômicas, Ciências Sociais, Matemática e Ciências Biológicas.
A iniciativa é supervisionada pela Pró-Reitoria de Extensão, por intermédio da Coordenadoria de Apoio ao Estudante (CAE) e da Liga Extensionista Universitária (Lexu), que também envolve egressos da instituição.
FONTE DESTA NOTÍCIA
www.unimontes.br
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Sarau Poético de janeiro em Governador Valadares é adiado em virtude das chuvas que afetam todas as Minas e os Gerais
Em comunicado do coordenador do Sarau Poético do Instituto Psia, Marcelo Rocha, é divulgado que o 19º Sarau Poético do Instituto Psia, que aconteceria agora neste mês, não será mais realizado. “Comunicamos que, neste mês de janeiro, todas as energias e esforços serão direcionados à mobilização em prol da solidariedade aos cidadãos valadarenses atingidos pela enchente”. “Convidamos você a fazer doações às pessoas prejudicadas pela enchente em Governador Valadares”, motiva Rocha ações fraternas com o semelhante que sofre neste começo de ano com as chuvas e a falta de infraestrutura das cidades mineiras.
O coordenador do Instituto orienta que os moradores precisam mais de alimentos, roupas, produtos para a higiene pessoal, colchões, fraldas descartáveis, roupa de cama. Para quem quiser doar, o local credenciado é Assistência Social de Governador Valadares, cujo endereço é Rua Pedro Lessa, 286, Bairro de Lourdes (antiga Fusobras). “Os minutos que seriam dedicados à divulgação e produção do Sarau Poético do Instituto Psia estarão à serviço desta causa”, endossa Marcelo Rocha.
No entanto, ele avisa que o 19º Sarau Poético do Instituto Psia foi remarcado para “o segundo sábado de fevereiro”. Ele “voltará com toda a força a fazer da poesia uma balada interessante” e motivadora aos valadarenses a permaneceram na luta diante de ainda tanto despreparo dos poderes públicos (nas esferas federal, estadual e municipal) em lidar com as chuvas que caem no Brasil no final e início de todo ano.
SUGESTÃO DE VÍDEO NA INTERNET
(clique no título abaixo para visualizá-lo)
"Não quebre o meu tamborim", por Cartola
O coordenador do Instituto orienta que os moradores precisam mais de alimentos, roupas, produtos para a higiene pessoal, colchões, fraldas descartáveis, roupa de cama. Para quem quiser doar, o local credenciado é Assistência Social de Governador Valadares, cujo endereço é Rua Pedro Lessa, 286, Bairro de Lourdes (antiga Fusobras). “Os minutos que seriam dedicados à divulgação e produção do Sarau Poético do Instituto Psia estarão à serviço desta causa”, endossa Marcelo Rocha.
No entanto, ele avisa que o 19º Sarau Poético do Instituto Psia foi remarcado para “o segundo sábado de fevereiro”. Ele “voltará com toda a força a fazer da poesia uma balada interessante” e motivadora aos valadarenses a permaneceram na luta diante de ainda tanto despreparo dos poderes públicos (nas esferas federal, estadual e municipal) em lidar com as chuvas que caem no Brasil no final e início de todo ano.
SUGESTÃO DE VÍDEO NA INTERNET
(clique no título abaixo para visualizá-lo)
"Não quebre o meu tamborim", por Cartola
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Nota de Solidariedade do CNLB Leste II
POR Jaime Ribeiro Coelho
Conselho Nacional do Laicato do Brasil Regional Leste II
Colatina (ES)
Caríssim@s leig@s,
Neste novo ano que se inicia somos desafiados a dar razões à nossa esperança. Estamos presenciando em nossos noticiários e situação de dor e desespero vivenciada por muitas famílias, em decorrência de deslizamentos e alagamentos em nossas cidades. Em consequência disso, a cada dia aumenta o número de cidades que decretam situação de emergência, por causa das fortes chuvas, que abatem não somente os estados de Minas Gerais e Espírito Santo, como também outros estados. Uma situação que nos deixa tristes, apreensivos e sensibilizados.
De acordo com a Defesa Civil, no Espírito Santo, foi decretada situação de emergência em 25 municípios, o que representa milhares de famílias desoladas e desalojadas. Segundo dados, já são mais de 12 mil pessoas atingidas. Dessas, 203 pessoas desabrigadas e 771 desalojadas, 11 feridas e 631 edificações danificadas ou destruídas. O número de afetados pelas chuvas chega a 12 mil e 241. Em Minas Gerais, são 142 municípios afetados. Destes 87 em situação de emergência. Quanto aos danos humanos, já são nove mil e 880 desalojados, 512 desabrigados, 34 feridos, um desaparecido, oito óbitos e duas milhões, 151 mil e uma pessoas afetadas. No que se refere aos danos materiais, são três mil e 301 casas danificadas e 101 destruídas, além de 116 pontes danificadas e 89 destruídas.
Cresce a cada dia o número de desabrigados e desalojados, principalmente pobres. Desastres naturais que se acumulam, decorrentes de um modelo de desenvolvimento que não leva em consideração o cuidado com o ecossistema, a sustentabilidade e a defesa da vida. E assim, a cada ano, a história se repete, não obstante aos avanços da engenharia civil e das tecnologias.
Frente a isso, como cristãos leigos e leigas, mais uma vez somos chamados à solidariedade e ao compromisso. Solidariedade e compromisso nesta hora de dor e sofrimento. Que em nossas comunidades possamos fazer-nos presentes, por meio de nossas bandeiras de luta e frentes de ação. E que, por meio delas, possamos, juntos com tantos outros que acreditam e trabalham por um outro modelo de sociedade, cobrar de nossas autoridades e gestores públicos ações preventivas e curativas, bem como políticas públicas que contribuam para uma nova gestão urbana e desenvolvimento das cidades.
Que a vida em abundância seja nossa meta e que, pela fé e esperança no Ressuscitado, continuemos nos comprometendo nesta construção.
Um grande abraço
Jaime Ribeiro Coelho é o atual presidente do Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB) do Regional Leste II (Minas Gerais e Espírito Santo) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)
Publicado em www.arquimoc.org.br desde 07/01/2012

Crédito da Imagem: Reprodução

Crédito da Imagem: Reprodução
SITES RECOMENDADOS
www.cnlb.org.br
www.cnbbleste2.org.br
www.cnbb.org.br
Conselho Nacional do Laicato do Brasil Regional Leste II
Colatina (ES)
Caríssim@s leig@s,
Neste novo ano que se inicia somos desafiados a dar razões à nossa esperança. Estamos presenciando em nossos noticiários e situação de dor e desespero vivenciada por muitas famílias, em decorrência de deslizamentos e alagamentos em nossas cidades. Em consequência disso, a cada dia aumenta o número de cidades que decretam situação de emergência, por causa das fortes chuvas, que abatem não somente os estados de Minas Gerais e Espírito Santo, como também outros estados. Uma situação que nos deixa tristes, apreensivos e sensibilizados.
De acordo com a Defesa Civil, no Espírito Santo, foi decretada situação de emergência em 25 municípios, o que representa milhares de famílias desoladas e desalojadas. Segundo dados, já são mais de 12 mil pessoas atingidas. Dessas, 203 pessoas desabrigadas e 771 desalojadas, 11 feridas e 631 edificações danificadas ou destruídas. O número de afetados pelas chuvas chega a 12 mil e 241. Em Minas Gerais, são 142 municípios afetados. Destes 87 em situação de emergência. Quanto aos danos humanos, já são nove mil e 880 desalojados, 512 desabrigados, 34 feridos, um desaparecido, oito óbitos e duas milhões, 151 mil e uma pessoas afetadas. No que se refere aos danos materiais, são três mil e 301 casas danificadas e 101 destruídas, além de 116 pontes danificadas e 89 destruídas.
Cresce a cada dia o número de desabrigados e desalojados, principalmente pobres. Desastres naturais que se acumulam, decorrentes de um modelo de desenvolvimento que não leva em consideração o cuidado com o ecossistema, a sustentabilidade e a defesa da vida. E assim, a cada ano, a história se repete, não obstante aos avanços da engenharia civil e das tecnologias.
Frente a isso, como cristãos leigos e leigas, mais uma vez somos chamados à solidariedade e ao compromisso. Solidariedade e compromisso nesta hora de dor e sofrimento. Que em nossas comunidades possamos fazer-nos presentes, por meio de nossas bandeiras de luta e frentes de ação. E que, por meio delas, possamos, juntos com tantos outros que acreditam e trabalham por um outro modelo de sociedade, cobrar de nossas autoridades e gestores públicos ações preventivas e curativas, bem como políticas públicas que contribuam para uma nova gestão urbana e desenvolvimento das cidades.
Que a vida em abundância seja nossa meta e que, pela fé e esperança no Ressuscitado, continuemos nos comprometendo nesta construção.
Um grande abraço
Jaime Ribeiro Coelho é o atual presidente do Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB) do Regional Leste II (Minas Gerais e Espírito Santo) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)
Publicado em www.arquimoc.org.br desde 07/01/2012

Crédito da Imagem: Reprodução
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